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sobre o

O surgiu da vontade de contar histórias de bastidores de shows. Quando o público repercute algo de um grande espetáculo, muitas vezes o pensamento é direcionado à uma única pessoa: o artista. Na realidade, a criação de um evento de entretenimento ao vivo requer tempo, criatividade e, principalmente, um grupo composto por diversos profissionais capacitados nas mais diferentes funções.
Paralelamente, não existem shows memoráveis sem uma plateia conectada. Para que experiências ao vivo ao redor do mundo se consolidem, a harmonia musical precisa acontecer além da produção, cenografia, pirotecnia, coreografias, figurinos ou dos arranjos musicais, mas na sintonia entre público e equipe artística. Os sentimentos de euforia, felicidade e admiração ao redor da música são criados ao vivo e em conjunto.
As atrações principais dos bastidores da indústria de shows e festivais são justamente o que formam o : as histórias vividas por fãs e profissionais em apresentações de música ao vivo.
Este Trabalho de Conclusão de Curso não reflete a opinião da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Seu conteúdo e abordagem são de total responsabilidade de sua autora.




sobre a autora
MALU PATRÍCIO
Paraense, 22 anos, estudante de jornalismo e a segunda filha única do meu pai. Artista independente, a primeira criação dele a nascer foi uma banda de pagode no meio da Amazônia. Nasci, cresci nos bastidores de shows e ao redor de talento musical – parte essa que não veio pra mim como artista, mas sim como apreciadora. Minha mãe foi quem me levou no meu primeiro show – com 2 anos de idade, abadás e troca de tiros –, me deu meu primeiro piano, meu primeiro violão e confiou em mim mais que eu mesma para falar, apreciar e vivenciar a música com propriedade. Com o apoio do meu padrasto, mudei para São Paulo com 15 anos no intuito de me aproximar dos caminhos que sempre estiveram familiares na minha trajetória: a música, a cultura pop e o entretenimento ao vivo.
AGRADECIMENTOS
O Na Grade foi possibilitado pelo apoio de muitas pessoas que fizeram do meu processo de criação algo simples, amoroso e verdadeiro. À minha mãe, Camila Santos, e meu padrasto, Rogério Neder, que me incentivaram durante o projeto inteiro desde o dia em que decidi mudar de vida pela cultura, pelo jornalismo e pela minha própria vontade de crescer. Mãe, obrigada por me levar para o meu primeiro show e abrir cada uma das portas comigo. Ao meu pai, Júlio Cezar Patrício, que sempre me mostrou o que é ser um artista com muito comprometimento e dedicação, e me mostrou as melhores músicas brasileiras que conheço. Eu não poderia ter outro cantor favorito. À minha família, agradeço por seguirem segurando a minha mão, mesmo de tão longe, a cada passo que dou.
Ao meu orientador, André Santoro, obrigada pelas conversas, pelos ouvidos abertos às minhas decisões e pelo suporte em cada uma dessas. À cada amigo que esqueci de responder em redes sociais por estar focada nesse projeto, obrigada por me apoiarem e me entenderem. Espero que o Na Grade chegue até o coração de todos da forma que a arte chega até o meu. À Mariana Esteves, minha artista, a identidade visual do site não teria sentido se não tivesse um pouco de você nela. Ao Pedro Lima, minha dupla de todas as aulas. Não existe decisão criativa sem o seu apoio. À Mari Alves, agradeço por cada uma das mais de mil músicas escutadas ao vivo e vivências inexplicáveis unidas pela paixão por música – eu não poderia ir tão longe sem seu suporte. À Nicole Gargalaca, se vivêssemos em um musical, eu não teria um número sem você do meu lado, no palco. À Ester Cassavia, ao Enzo Cricca, ao Arthur Neves e aos meus amigos de turma, fizemos isso juntos – e que venham mais projetos incríveis.
Dedico também à Reneé Rapp, à Taylor Swift, à Myra Ruiz, à Fabi Bang e a tantos outros artistas que, de alguma forma participaram da trilha sonora das paredes do meu quarto enquanto eu escrevia minha própria história, obrigada por espalharem a arte da maneira mais bonita e sincera.
Ao lugar em que nasci, que eu reflita aqui um pouco da cultura que aprendi a vida inteira e consiga devolver uma parte da arte que desenvolvi para casa. Esse trabalho aconteceu em função das pessoas que acreditaram e das que não acreditaram em mim – inclusive eu mesma. O caminho é a dedicação de uma vida inteira e renunciar o que talvez seja normal aos 20 e poucos anos, pela arte, pelo trabalho, vale cada segundo.
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